sábado, 14 de junho de 2008
STJ condena por litigância de má fé e diz que advogado é teimoso
O inglês chinês
Violência infantil: precisa acabar
A violência infantil assusta cada vez mais. Fala-se muito de pedofilia, mas o problema da violência infantil é muitíssimo mais amplo e grave.
Penso que a mídia tem sua parcela de culpa no fomento à violência infantil. A violência sempre existiu. Com a educação, a cultura e a ética, esperava-se, naturalmente, uma diminuição dessa violência. Ela não aconteceu. Talvez tenha tomado outras formas, mas não diminuiu em nada. A violência hoje existe em sua forma primária, que é a agressão física, o assassinato e outras formas, como a má distribuição de renda, a fome, as guerras, a espionagem, a perda absoluta do humanismo. E para todo esse problema existem milhões de explicações, outras tantas teorias, todo mundo pensando e escrevendo sobre o bem comum, direitos humanos, convivência social civilzada e igualitparia, etc., mas, parece-me, não sendo nada bem sucedido.
Os Estados Unidos lançaram (e isto se alastra cada vez mais pelo mundo) um tipo de crime aparentemente “gratuito”, sempre explicado psicologicamente como “surtos” e coisas do gênero, onde homens metralham dezenas de pessoas, mulheres que matam toda a família e, agora, mais amiúde, crianças que matam adultos ou outras crianças. E quando falamos de crianças, estamos falando de quase bebês, de 6 anos, 7, que matam colegas de 6, 7 anos.
Não há dúvida que existe aí um componente inexplicável, uma loucura quase coletiva.
Aí me vem sempre a questão da mídia. Esse tipo de crime, a freqüência desse tipo de crime aumenta consideravelmente com o crescimento da mídia, com a sua influência. Evidentemente que os responsáveis, os produtores dessa mídia não têm a intenção de provocar mortes, de transformar bebês em assassinos. Entretanto acontece, é um fato. Resta tentar entender como a mídia participa desse processo. O quê, que personagens, que histórias, que desenhos animados, que programas de auditória podem disparar esses surtos mortais. Ou se não são programas específicos e sim um conjunto deles ou se é o comportamento da própria família atirando as crianças no colo dessa mídia por mais tempo do que o possível, ou se as pessoas, passivas, diante da tela são mais manipuladas (e aí a mídia interativa resolveria grande parte do problema) ou se, muito ao contrário, pode estar na mídia (com produção educativa) a solução para esses problemas monstruosos e loucos de violência infantil.
Buscando justamente desmistificar a mídia ensejadora da violência, trago esse vídeo, que é um verdadeiro exemplo para conscientização contra a violência infantil... recebi de um amigo faz algum tempo. Espero que me ajudem a divulgá-lo. Quem sabe, com esse primeiro passo possamos de alguma forma, contribuir com a diminuição da violência em face das indefesas crianças.
Vamos batalhar pelo "educar sem bater", já que punições corporais e psicológicas contra crianças e adolescentes, como palmadas, chineladas e ameaças, não trazem qualquer benefício às vítimas destes castigos, que variam em intensidade, e estão presentes em muitas casas, escolas e outras instituições.
Embora para o senso comum, a “Pedagogia da Palmada” seja simplesmente um instrumento corretivo (ou preventivo), ela encerra um problema muito maior que é a banalização do uso da violência como meio de solucionar conflitos. Além disso, ensina a criança que a violência é uma maneira plausível e aceitável de se solucionar conflitos e diferenças, principalmente quando você está em uma posição de vantagem física frente ao outro.
O castigo físico e humilhante imposto à infância poderá ter reflexos negativos ao longo da vida da criança. Ademais, constituem uma violação aos Direitos Humanos fundamentais, atentando contra a dignidade humana e a integridade física das crianças.
Muitas vezes, a violência física e/ou psicológica acaba acontecendo num rompante, e não por metodologia. Nestes momentos os pais podem sentar com seus filhos e serem sinceros com eles, explicando que perderam o controle e que se arrependem por isso. Este tipo de atitude é um ótimo exemplo de humildade e de respeito para com o outro. Ao sentarem para conversar com seus filhos, os pais darão o exemplo de que pedir desculpas não é algo do qual a criança deva se envergonhar e de que errar é humano, que nem sempre eles, pais, irão acertar em tudo, apesar sempre desejarem o melhor para seus filhos.
Além disso, este é um ótimo momento para ouvir a própria criança e procurar, juntamente com ela, estabelecer as “regras” de convivência para todos dentro de casa. Por exemplo, o pai ou a mãe podem identificar que não agiram da melhor forma porque foi justamente no momento em que chegavam estressados do trabalho. Junto com a criança, eles podem conversar com ela e estabelecerem juntos que, quando isto acontecer, eles precisarão de um tempinho para respirarem fundo, relaxarem e, então, darem a atenção de qualidade que a criança merece.
Em suma, penso que o ideal é fazer como os animais, tal como demonstrado no vídeo: educar com amor, cuidado, ternura, compreensão, energia, mas ao mesmo tempo ensinando as agruras da vida e os desafios que esta nos reserva, mas sempre sem torturar física ou psicologicamente ou simplesmente bater. Bater em cria é coisa que nem os animais fazem. Porque os humanos, racionais que são, deveriam fazê-lo?
Tá aí.
Confusa dispensa de serviço militar
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Essa todos os pais deveriam ler...
Pra iniciar o findi uma pérola do Jeremiah
Um exemplo de solidariedade
É um comercial indiano, acreditem, e a única coisa que pretendem vender é o valor da solidariedade. Num país como o nosso, carente de tudo, um exemplo como esse poderia ser a alavanca para uma mudança.
Tá aí.
Aberto X Fechado
Mais uma imagem prá-lá de retardada: "Aviso - Bar . Nosso bar, presentemente, não está aberto porque está fechado. O gerente".Progressividade do IR é confisco
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Hoje é Dia dos Namorados
Mas algo me intriga relativamente a essa febre do dia dos namorados que orbita essencialmente na época da segunda semana de junho... será que o amor fica mais forte nessa época do ano? Na verdade, penso que todos os dias do ano, sem exceção, são dias de amar!!!
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Weird Tattoo 2
Mulher é condenada a devolver pensão a ex-marido
terça-feira, 10 de junho de 2008
Le Tartuffe: uma peça de Molière e o "rabino" torturador
Como personagens, Molière traz Madame Pernelle, mãe de Orgon, enganada por Tartufo. Orgon, senhor da casa, esposo de Elmire, enganada por Tartufo. Elmire, esposa de Orgon; chave para se compreender o verdadeiro eu de Tartufo. Damis, filho de Orgon, corteja a irmã de Valère. Mariane, filha de Orgon, noiva de Valère. Valère, noivo de Mariane. Cléante, cunhado de Orgon.
Tartufo, falso devoto, que engana Orgon e Mme. Pernelle. Dorine, criado de Mariane, dá o tom cômico à peça, através de comentários sarcásticos e exagerados. Monsieur Loyal, começa como beleguim (agente de polícia); termina a peça como sargento. Un exempt (policial). Flipote, criado de Madame Pernelle. Lawrence, criado de Tartuffe. Argas, amigo de Orgon; confia a este documentos que Tartufo rouba e chantageia Orgon; não possui nenhuma fala, na peça.
Uma noção de Governança Corporativa
segunda-feira, 9 de junho de 2008
A nova reforma do processo penal
O Presidente Lula sancionou hoje alguns projetos para reforma do processo penal, que em tese "desafogam" a Justiça, procurando dar a sensação de estar, de fato, sendo afastada a impunidade que assola o País.
Em tese, a reforma é uma necessidade para emprestar mais rapidez e celeridade aos processos. O Judiciário precisa dar uma resposta mais rápida e eficiente, também para abolir o sentimento de impunidade que se dá no país.
Os magistrados em geral defendem que as mudanças não vão representar qualquer dano à defesa, usando unissonamente o argumento de que não podemos é conviver com uma legislação que tem excesso de formalismo.
O sentimento dos magistrados é o de que com a reforma do processo penal deve haver uma redução do tempo de vida do processo, especialmente com a simplificação do número de audiências e com o fim do recurso automático. De meu lado, penso que as mudanças têm pontos positivos e negativos, mas não trazem nada de excepcional ao Poder Judiciário.
É de fato positivo o fim do recurso automático, mas teço críticas veementes às mudanças na defesa dos réus, eis que podem prejudicar o direito fundamental do devido processo legal e o princípio da ampla defesa.
No frigir dos ovos, embora a reforma contenha pontos positivos, como por exemplo enrijecer a postura nos casos dos crimes sexuais, criar o tipo penal do sequestro relâmpago com pena bastante severa e monitorar presos através de sistemas eletrônicos por satélites, não será agora, ainda, que teremos o remédio para todos os males do setor Judiciário.
Não é com leis que se vai resolver os problemas da Justiça brasileira. É preciso reformar o Judiciário, dotá-lo de mais juízes, informatizá-lo completamente e terminar com uma série de embaraços burocráticos. São coisas que ficam escondidas, que não aparecem e que precisam ser reformadas.
É isso.
Pra começar a semana vem pérola do Jeremiah
domingo, 8 de junho de 2008
O que é ser um parecerista jurídico
sábado, 7 de junho de 2008
Lugar errado na hora errada
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Mens sana in corpore sano
Olha o Jerê perolando...
No consultório
Quatro Por Doze?
Segurança e doenças no trabalho: alguns apontamentos
Novos direitos para a mulher
quarta-feira, 4 de junho de 2008
O Porigróta
Filho vidente
terça-feira, 3 de junho de 2008
Engolindo sapo?
Você já engoliu seu sapo hoje? Quem não já “engoliu sapo” na vida, durante a trajetória profissional? Certamente devem existir gargantas e estômagos virgens nessa área, creio.








