sexta-feira, 20 de junho de 2008
Será que tenho amigos de verdade???
Monitoramento de presos por GPS
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Outro anão pra substituir Dunga
O Dunga é sem dúvida o mais bonzinho e simpático dos 7 anões, mas não está dando certo como o técnico da Seleção Brasileira de Futebol.Tô ótimo
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Burro por 53.000 pessoas e o "clamor público"
Uma bela propaganda - Homenagem ao Rodolfo 2
Eis uma bela propaganda. Inspirada nos filmes de época é um trabalho digno de todos os elogios por seu sincronismo e criatividade...
E, mais uma homenagem ao Rodolfo...
Tá aí...
Mulher mal amada: você conhece alguma?
Mulher mal amada? Expressão corriqueira... já foi título de CD; nome de obra literária; já caracterizou a mulher ranzinza, mal-humorada, carente de amor e sexo, invejosa e criadora de caso...
A coisa é mais séria... tudo depende da sensibilidade masculina, do modo através do qual o homem, na plenitude de sua maturidade, vislumbra a tal da mal-amada. Fico aqui pensando se a mal amada deve mesmo sofrer o preconceito que sofre e ficar jogada às traças, por trás de óculos pesados e cabelos presos, o que também é um estereótipo posto pela mídia...
A mal-amada é mais do que uma "última opção" ou a última do baile "a ficar". De fato, ao se mencionar que uma mulher é mal amada, vão logo pensando numa mulher feia, e todas aquelas coisas que o lobby da indústria da beleza incute nas cabeças dos menos avisados.
Antes de mais nada, não existe mulher feia. Isso é uma falácia com objetivos mercantis a que, infelizmente, muitas delas dão ouvidos. São todas maravilhosas com seus defeitos e qualidades - ser mulher é um estado de alma. Isto posto, vamos ao que interessa: a mulher mal amada.
Embora essa etiqueta seja colada apenas naquelas que o mercado chama de mulheres que não estejam dentro do padrão estético-americano-mercantilista-machista-de-uma-só, e por mais incrível que você possa achar a afirmação a seguir, a grande maioria das mulheres taxadas de lindas é mal amada. Pronto, estão todas no mesmo balaio de gatos!A maioria das mulheres é mal amada, e ponto final. Calma, isso é apenas uma forma de expressão. E, para pôr mais pimenta no tempero, há uma grande possibilidade de que a sua mulher seja mal amada. Gostou dessa, machão? Coçar o saco nesta hora não adianta, apenas comprova a teoria.
Vá lavar as mãos e volte para ler o restante. Não demore. A mulher mal amada é solitária, ainda que tenha intensa vida social, viaje muito, seja uma boa profissional ou tenha um namoradinho a tiracolo. E, acredite ou não, entre elas estão as mais espetaculares representantes do sexo feminino do planeta. Porque quando uma mulher chega ao ponto de sentir-se mal amada é porque o, ou os homens que conhece já não sabem como lidar com mulher de tal quilate, ou não dão mais no couro, caso você só entenda cusparadas e arrotos. E dar no couro não significa ser o Rambo das rapidinhas, vai um pouco além do seu umbigo. Se quer escolher um super-herói, dispense o Rambo e compre as figurinhas do álbum dos melhores momentos de Casanova - vai tirar mais proveito. Ser gentil, educado, cavalheiro, homem, um pouquinho ogro (só um pouquinho, Rodolfo...), mas acima de tudo, companheiro, parceiro, amigo, leal e confidente, ainda é uma receita que dá certo.
Embora o mercado competitivo tenha criado uma geração de mulheres desviadas que acabaram criando uma espécie nova - os homens mal amados - as mal amadas ainda suplantam seus equivalentes masculinos. E por motivos óbvios: o homem marcou bobeira enquanto elas caminharam a passos largos rumo ao que realmente vale a pena na vida. Como sempre, os homens continuam sendo radicais - ou soltam gases durante o orgasmo, ou vivem estressados numa vida sem sentido, ou viraram viados. Em todos os extremos acabam suprindo o mercado com mulheres mal amadas. E a tendência é de alta!Enquanto isso, Casanova deve dar piruetas na tumba, e já deve estar contratando um advogado para processar Deus por perdas e danos por ter nascido na época das vacas magras. É causa ganha e vai criar jurisprudência, visto que o mercado nunca esteve tão aquecido.
Concluindo, se há tantas mulheres mal amadas, está mais do que na hora do homem repensar - ou fazer uma releitura, caso você seja da turma dos frescos - seu papel no mundo. Porque elas estão mais sedutoras do que nunca, mais ardentes que as lavas do Vesúvio, mais fascinantes que a final do campeonato, quando você perde um tempo precioso diante do seu notebook ou brincando com seu i-phone podia estar... deixa pra lá! Um brinde de vitória às corajosas mulheres mal amadas, que vão encher este nosso mundo de pimpolhos de melhor qualidade tão logo encontrem seus admiráveis homens novos, nem que isso seja por produção independente.
Nós homens, só temos que tomar cuidado para não nos tornarmos apenas peças de escolha em prateleiras, ou sermos figurinhas descartáveis.
Tá aí.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Ogro do Ano - Homenagem ao Rodolfo 1
GM oferece ajuda gratuita a Tribunal de Justiça
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Uma excepcional propaganda
Esse é um dos melhores comerciais que já assisti...muito interessante! Na verdade, marketing é a alma do negócio. As imagens dizem tudo.
É isso.
domingo, 15 de junho de 2008
Alerta importantíssimo
O samba do adeus para Jamelão
sábado, 14 de junho de 2008
Batedor bom de poste
STJ condena por litigância de má fé e diz que advogado é teimoso
O inglês chinês
Violência infantil: precisa acabar
A violência infantil assusta cada vez mais. Fala-se muito de pedofilia, mas o problema da violência infantil é muitíssimo mais amplo e grave.
Penso que a mídia tem sua parcela de culpa no fomento à violência infantil. A violência sempre existiu. Com a educação, a cultura e a ética, esperava-se, naturalmente, uma diminuição dessa violência. Ela não aconteceu. Talvez tenha tomado outras formas, mas não diminuiu em nada. A violência hoje existe em sua forma primária, que é a agressão física, o assassinato e outras formas, como a má distribuição de renda, a fome, as guerras, a espionagem, a perda absoluta do humanismo. E para todo esse problema existem milhões de explicações, outras tantas teorias, todo mundo pensando e escrevendo sobre o bem comum, direitos humanos, convivência social civilzada e igualitparia, etc., mas, parece-me, não sendo nada bem sucedido.
Os Estados Unidos lançaram (e isto se alastra cada vez mais pelo mundo) um tipo de crime aparentemente “gratuito”, sempre explicado psicologicamente como “surtos” e coisas do gênero, onde homens metralham dezenas de pessoas, mulheres que matam toda a família e, agora, mais amiúde, crianças que matam adultos ou outras crianças. E quando falamos de crianças, estamos falando de quase bebês, de 6 anos, 7, que matam colegas de 6, 7 anos.
Não há dúvida que existe aí um componente inexplicável, uma loucura quase coletiva.
Aí me vem sempre a questão da mídia. Esse tipo de crime, a freqüência desse tipo de crime aumenta consideravelmente com o crescimento da mídia, com a sua influência. Evidentemente que os responsáveis, os produtores dessa mídia não têm a intenção de provocar mortes, de transformar bebês em assassinos. Entretanto acontece, é um fato. Resta tentar entender como a mídia participa desse processo. O quê, que personagens, que histórias, que desenhos animados, que programas de auditória podem disparar esses surtos mortais. Ou se não são programas específicos e sim um conjunto deles ou se é o comportamento da própria família atirando as crianças no colo dessa mídia por mais tempo do que o possível, ou se as pessoas, passivas, diante da tela são mais manipuladas (e aí a mídia interativa resolveria grande parte do problema) ou se, muito ao contrário, pode estar na mídia (com produção educativa) a solução para esses problemas monstruosos e loucos de violência infantil.
Buscando justamente desmistificar a mídia ensejadora da violência, trago esse vídeo, que é um verdadeiro exemplo para conscientização contra a violência infantil... recebi de um amigo faz algum tempo. Espero que me ajudem a divulgá-lo. Quem sabe, com esse primeiro passo possamos de alguma forma, contribuir com a diminuição da violência em face das indefesas crianças.
Vamos batalhar pelo "educar sem bater", já que punições corporais e psicológicas contra crianças e adolescentes, como palmadas, chineladas e ameaças, não trazem qualquer benefício às vítimas destes castigos, que variam em intensidade, e estão presentes em muitas casas, escolas e outras instituições.
Embora para o senso comum, a “Pedagogia da Palmada” seja simplesmente um instrumento corretivo (ou preventivo), ela encerra um problema muito maior que é a banalização do uso da violência como meio de solucionar conflitos. Além disso, ensina a criança que a violência é uma maneira plausível e aceitável de se solucionar conflitos e diferenças, principalmente quando você está em uma posição de vantagem física frente ao outro.
O castigo físico e humilhante imposto à infância poderá ter reflexos negativos ao longo da vida da criança. Ademais, constituem uma violação aos Direitos Humanos fundamentais, atentando contra a dignidade humana e a integridade física das crianças.
Muitas vezes, a violência física e/ou psicológica acaba acontecendo num rompante, e não por metodologia. Nestes momentos os pais podem sentar com seus filhos e serem sinceros com eles, explicando que perderam o controle e que se arrependem por isso. Este tipo de atitude é um ótimo exemplo de humildade e de respeito para com o outro. Ao sentarem para conversar com seus filhos, os pais darão o exemplo de que pedir desculpas não é algo do qual a criança deva se envergonhar e de que errar é humano, que nem sempre eles, pais, irão acertar em tudo, apesar sempre desejarem o melhor para seus filhos.
Além disso, este é um ótimo momento para ouvir a própria criança e procurar, juntamente com ela, estabelecer as “regras” de convivência para todos dentro de casa. Por exemplo, o pai ou a mãe podem identificar que não agiram da melhor forma porque foi justamente no momento em que chegavam estressados do trabalho. Junto com a criança, eles podem conversar com ela e estabelecerem juntos que, quando isto acontecer, eles precisarão de um tempinho para respirarem fundo, relaxarem e, então, darem a atenção de qualidade que a criança merece.
Em suma, penso que o ideal é fazer como os animais, tal como demonstrado no vídeo: educar com amor, cuidado, ternura, compreensão, energia, mas ao mesmo tempo ensinando as agruras da vida e os desafios que esta nos reserva, mas sempre sem torturar física ou psicologicamente ou simplesmente bater. Bater em cria é coisa que nem os animais fazem. Porque os humanos, racionais que são, deveriam fazê-lo?
Tá aí.
Confusa dispensa de serviço militar
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Essa todos os pais deveriam ler...
Pra iniciar o findi uma pérola do Jeremiah
Um exemplo de solidariedade
É um comercial indiano, acreditem, e a única coisa que pretendem vender é o valor da solidariedade. Num país como o nosso, carente de tudo, um exemplo como esse poderia ser a alavanca para uma mudança.
Tá aí.
Aberto X Fechado
Mais uma imagem prá-lá de retardada: "Aviso - Bar . Nosso bar, presentemente, não está aberto porque está fechado. O gerente".Progressividade do IR é confisco
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Hoje é Dia dos Namorados
Mas algo me intriga relativamente a essa febre do dia dos namorados que orbita essencialmente na época da segunda semana de junho... será que o amor fica mais forte nessa época do ano? Na verdade, penso que todos os dias do ano, sem exceção, são dias de amar!!!
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Weird Tattoo 2
Mulher é condenada a devolver pensão a ex-marido
terça-feira, 10 de junho de 2008
Le Tartuffe: uma peça de Molière e o "rabino" torturador
Como personagens, Molière traz Madame Pernelle, mãe de Orgon, enganada por Tartufo. Orgon, senhor da casa, esposo de Elmire, enganada por Tartufo. Elmire, esposa de Orgon; chave para se compreender o verdadeiro eu de Tartufo. Damis, filho de Orgon, corteja a irmã de Valère. Mariane, filha de Orgon, noiva de Valère. Valère, noivo de Mariane. Cléante, cunhado de Orgon.
Tartufo, falso devoto, que engana Orgon e Mme. Pernelle. Dorine, criado de Mariane, dá o tom cômico à peça, através de comentários sarcásticos e exagerados. Monsieur Loyal, começa como beleguim (agente de polícia); termina a peça como sargento. Un exempt (policial). Flipote, criado de Madame Pernelle. Lawrence, criado de Tartuffe. Argas, amigo de Orgon; confia a este documentos que Tartufo rouba e chantageia Orgon; não possui nenhuma fala, na peça.
Uma noção de Governança Corporativa
segunda-feira, 9 de junho de 2008
A nova reforma do processo penal
O Presidente Lula sancionou hoje alguns projetos para reforma do processo penal, que em tese "desafogam" a Justiça, procurando dar a sensação de estar, de fato, sendo afastada a impunidade que assola o País.
Em tese, a reforma é uma necessidade para emprestar mais rapidez e celeridade aos processos. O Judiciário precisa dar uma resposta mais rápida e eficiente, também para abolir o sentimento de impunidade que se dá no país.
Os magistrados em geral defendem que as mudanças não vão representar qualquer dano à defesa, usando unissonamente o argumento de que não podemos é conviver com uma legislação que tem excesso de formalismo.
O sentimento dos magistrados é o de que com a reforma do processo penal deve haver uma redução do tempo de vida do processo, especialmente com a simplificação do número de audiências e com o fim do recurso automático. De meu lado, penso que as mudanças têm pontos positivos e negativos, mas não trazem nada de excepcional ao Poder Judiciário.
É de fato positivo o fim do recurso automático, mas teço críticas veementes às mudanças na defesa dos réus, eis que podem prejudicar o direito fundamental do devido processo legal e o princípio da ampla defesa.
No frigir dos ovos, embora a reforma contenha pontos positivos, como por exemplo enrijecer a postura nos casos dos crimes sexuais, criar o tipo penal do sequestro relâmpago com pena bastante severa e monitorar presos através de sistemas eletrônicos por satélites, não será agora, ainda, que teremos o remédio para todos os males do setor Judiciário.
Não é com leis que se vai resolver os problemas da Justiça brasileira. É preciso reformar o Judiciário, dotá-lo de mais juízes, informatizá-lo completamente e terminar com uma série de embaraços burocráticos. São coisas que ficam escondidas, que não aparecem e que precisam ser reformadas.
É isso.





