segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Súmulas não serão passíveis de recurso
CNMP determina exoneração de Schoedl
Câmara do Conama aprova relatório da norma sobre descarte de pilhas
sábado, 16 de agosto de 2008
O mundo dá voltas...
Advogado de SC é preso por falsificar perfil no Orkut
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Luiv Ináfio deveria ser o novo Fio Maravilha
O óleo do pré-sal e o governo na contra-mão
Leilão de boi pirata ocorre na próxima semana
Licença maternidade poderá ser de seis meses
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Precisão chinesa???
As comemorações de massa na China sempre foram dignas de todos os elogios.
A abertura dos Jogos foi linda, embora dotada de dublagens e alguns efeitos especiais.
Mas esse vídeo humorístico que recebi retrata que "errar é humano" e que até nos regimes mais duros podem acontecer fatos macarrônicos.
É só assistir.
Depois da Lei Seca querem multar o fumante
Entrou em vigor a guarda compartilhada
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Recomendo o Blog do Sampaio
Tenho muitos amigos, mas poucos posso chamar de bons amigos... e dentre esses, poucos são blogueiros!
Um deles é o Martim Sampaio, esse dileto indivíduo da foto aí do lado, com a cartola de Doutor Honoris Causa da célebre Universidade de Coimbra. Poucos podem ostentá-la...
Faço a postagem para indicar aos caros leitores o acesso ao Blog do Martim Sampaio cujo endereço é: (http://ultimainstancia.uol.com.br/blogdomartimsampaio/).
Os posts, com viés jurídico, tratam de assuntos interessantes, especialmente focados em política internacional, mas sempre com um toque de humor, dependendo do dia e do estado de espírito do autor, afinal de contas, blog é blog...
Vale a pena acessar. Fica a sugestão.
Tá aí.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Publicidade enganosa em Pequim
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Programa na TV
11 de agosto: Parabéns aos causídicos e a difícil arte de advogar
domingo, 10 de agosto de 2008
Um lindo duelo musical
No filme Amargo Pesadelo ("Deliverance" - 1972 - Diretor: John Boorman - com John Voight e Burt Reynods), ocorre esta cena inesquecível que ficou conhecida como "Duelo de Banjo" apesar de um deles tocar um violão.
O homem com o violão desafia um menino mudo e limítrofe, com um banjo, e é incrível este duelo! Um dos momentos mais bonitos do cinema...
É uma bela cena, digna de ser reproduzida e de de uma excelente qualidade musical. Observem apenas que a músuca começa a ficar quente a partir da segunda metade, quando o "duelo" se acirra!
Vale a pena assistir.
Tá aí.
A todos os pais, minhas homenagens!!!!
Hoje é Dia dos Pais.
Muitos dizem que a data é apenas comercial e que dia dos pais é todo dia, mas, não poderia deixar de homenagear aqueles que nos guiam e que desde pequenos nos incutem os valores que manteremos ao longo de nossas vidas. Às vezes uma palavra, apenas uma palavra soprada em nossos ouvidos enquanto na mais tenra idade, nos trará benefícios no futuro...
Ser pai é preocupar-se com os filhos. É permitir que cresçam fazendo suas opções, mesmo que à distância e com dificuldade de trespasse aos obstáculos que surjam em seus caminhos. É fazer com que aprendam por seus próprios meios, mas que ao mesmo tempo saibam que junto ao pai têm sempre uma porta aberta e um porto seguro.
Dia dos Pais... talvez é o dia de lembrarmos desses princípios... e não apenas fomentarmos o comércio.
São enviados muitos presentes no Dia dos Pais, desde as lembrancinhas feitas em salas de aula, até aquelas bizarras pantufas “papai-sabe-tudo”, comprados pela mamãe, evidente -, todos eles, sem exceção, com forte carga de carinho, independente do preço, da etiqueta ou criatividade.
Mas, os mais bonitos presentes são aqueles despidos de valores materiais: sem embalagem, sem embrulho, sem griffe... São as homenagens singelas e ao mesmo tempo fortemente carregadas de afeto e amor. Um telefonema, um bilhete, um cartão comprado ao acaso... escrevem-nos aquilo que mais desejamos ou precisamos ouvir. Penso que todo pai traz pela vida afora uma dúvida atroz. Inferiores às mães, somos meros coadjuvantes no papel da criação. Talvez esse detalhe explique o complexo de inferioridade que sofremos quase todos desde o primeiro choro do primeiro(a) filho(a). A dúvida é: temos mesmo alguma importância?
Atire a primeira pedra quem já não se fez esta pergunta… Tudo bem, há pais diferentes, até porque inexiste a figura do “pai padrão”. Há os mais afetivos, que constroem uma relação de cumplicidade com o filho de dar inveja. Outros ficam marcados pela autoridade exemplar, por trás da qual se pode vislumbrar um amor incomensurável. Outros ainda, apesar de enfiados no trabalho, sempre acham tempo e jeito de fazer chegar seu carinho. Cada qual, a seu modo, ama do jeito que sabe, pode e consegue amar.
Ser pai é acima de tudo, não esperar recompensas. Mas ficar feliz caso e quando cheguem. É saber fazer o necessário por cima e por dentro da incompreensão. É aprender a tolerância com os demais e exercitar a dura intolerância (mas compreensão) com os próprios erros.
Ser pai é aprender errando, a hora de falar e de calar. É contentar-se em ser reserva, coadjuvante, deixado para depois. Mas jamais falar no momento preciso.
É ter a coragem de ir adiante,tanto para a vida quanto para a morte. É viver as fraquezas que depois corrigirá no filho, fazendo-se forte em nome dele e de tudo o que terá de viver para compreender e enfrentar.
Ser pai é aprender a ser contestado mesmo quando no auge da lucidez . É esperar. É saber que experiência só adianta para quem a tem, e só se tem vivendo. Portanto, é agüentar a dor de ver os filhos passarem pelos sofrimentos necessários, buscando protegê-los sem que percebam, para que consigam descobrir os próprios caminhos.
Ser pai é saber e calar. Fazer e guardar. Dizer e não insistir. Falar e dizer. Dosar e controlar-se. Dirigir sem demonstrar. É ver dor, sofrimento, vício, queda e tocaia, jamais transferindo aos filhos o que, a alma, lhe corrói.
Ser pai é ser bom sem ser fraco. É jamais transferir aos filhos a quota de sua imperfeição, o seu lado fraco, desvalido e órfão. Ser pai é aprender a ser ultrapassado, mesmo lutando para se renovar. É compreender sem demonstrar, e esperar o tempo de colher, ainda que não seja em vida. Ser pai é aprender a sufocar a necessidade de afago e compreensão. Mas ir às lágrimas quando chegam.
Ser pai é saber ir-se apagando à medida em que mais nítido se faz na personalidade do filho, sempre como influência, jamais como imposição. É saber ser herói na infância, exemplo na juventude e amizade na idade adulta do filho. É saber brincar e zangar-se. É formar sem modelar, ajudar sem cobrar, ensinar sem o demonstrar, sofrer sem contagiar, amar sem receber.
Ser pai é saber receber raiva, incompreensão, antagonismo, atraso mental, inveja, projeção de sentimentos negativos, ódios passageiros, revolta, desilusão e a tudo responder com capacidade de prosseguir sem ofender; de insistir sem mediação, certeza, porto, balanço, arrimo, ponte, mão que abre a gaiola, amor que não prende, fundamento, enigma, pacificação. Ser pai é atingir o máximo de angústia no máximo de silêncio. O máximo de convivência no máximo de solidão.
É, enfim, colher a vitória exatamente quando percebe que o filho a quem ajudou a crescer já, dele, não necessita para viver.
É quem se anula na obra que realizou e sorri, sereno, por tudo haver feito para deixar de ser importante.
São essas coisas que aprendi com meu Pai - com "P" maiúsculo - a quem rendo todas as homenagens nesse dia, já que respeito, amor, carinho, admiração, etc. são sempre merecidos; todos os dias.
Quiçá meus filhos possam, com lucidez, enxergar em mim o que, com os anos aprendi a vislumbrar nesse, que hoje, é um verdadeiro amigo.
Aliás, é o que desejo a todos os pais: que enquanto filhos possam ter pais com "P" maiúsculo e que enquanto pais tenham o reconhecimento, respeito, admiração, amor, carinho e atenção dos seus filhos... hoje e sempre.
Feliz Dia dos Pais!




