terça-feira, 12 de agosto de 2008
Publicidade enganosa em Pequim
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Programa na TV
11 de agosto: Parabéns aos causídicos e a difícil arte de advogar
domingo, 10 de agosto de 2008
Um lindo duelo musical
No filme Amargo Pesadelo ("Deliverance" - 1972 - Diretor: John Boorman - com John Voight e Burt Reynods), ocorre esta cena inesquecível que ficou conhecida como "Duelo de Banjo" apesar de um deles tocar um violão.
O homem com o violão desafia um menino mudo e limítrofe, com um banjo, e é incrível este duelo! Um dos momentos mais bonitos do cinema...
É uma bela cena, digna de ser reproduzida e de de uma excelente qualidade musical. Observem apenas que a músuca começa a ficar quente a partir da segunda metade, quando o "duelo" se acirra!
Vale a pena assistir.
Tá aí.
A todos os pais, minhas homenagens!!!!
Hoje é Dia dos Pais.
Muitos dizem que a data é apenas comercial e que dia dos pais é todo dia, mas, não poderia deixar de homenagear aqueles que nos guiam e que desde pequenos nos incutem os valores que manteremos ao longo de nossas vidas. Às vezes uma palavra, apenas uma palavra soprada em nossos ouvidos enquanto na mais tenra idade, nos trará benefícios no futuro...
Ser pai é preocupar-se com os filhos. É permitir que cresçam fazendo suas opções, mesmo que à distância e com dificuldade de trespasse aos obstáculos que surjam em seus caminhos. É fazer com que aprendam por seus próprios meios, mas que ao mesmo tempo saibam que junto ao pai têm sempre uma porta aberta e um porto seguro.
Dia dos Pais... talvez é o dia de lembrarmos desses princípios... e não apenas fomentarmos o comércio.
São enviados muitos presentes no Dia dos Pais, desde as lembrancinhas feitas em salas de aula, até aquelas bizarras pantufas “papai-sabe-tudo”, comprados pela mamãe, evidente -, todos eles, sem exceção, com forte carga de carinho, independente do preço, da etiqueta ou criatividade.
Mas, os mais bonitos presentes são aqueles despidos de valores materiais: sem embalagem, sem embrulho, sem griffe... São as homenagens singelas e ao mesmo tempo fortemente carregadas de afeto e amor. Um telefonema, um bilhete, um cartão comprado ao acaso... escrevem-nos aquilo que mais desejamos ou precisamos ouvir. Penso que todo pai traz pela vida afora uma dúvida atroz. Inferiores às mães, somos meros coadjuvantes no papel da criação. Talvez esse detalhe explique o complexo de inferioridade que sofremos quase todos desde o primeiro choro do primeiro(a) filho(a). A dúvida é: temos mesmo alguma importância?
Atire a primeira pedra quem já não se fez esta pergunta… Tudo bem, há pais diferentes, até porque inexiste a figura do “pai padrão”. Há os mais afetivos, que constroem uma relação de cumplicidade com o filho de dar inveja. Outros ficam marcados pela autoridade exemplar, por trás da qual se pode vislumbrar um amor incomensurável. Outros ainda, apesar de enfiados no trabalho, sempre acham tempo e jeito de fazer chegar seu carinho. Cada qual, a seu modo, ama do jeito que sabe, pode e consegue amar.
Ser pai é acima de tudo, não esperar recompensas. Mas ficar feliz caso e quando cheguem. É saber fazer o necessário por cima e por dentro da incompreensão. É aprender a tolerância com os demais e exercitar a dura intolerância (mas compreensão) com os próprios erros.
Ser pai é aprender errando, a hora de falar e de calar. É contentar-se em ser reserva, coadjuvante, deixado para depois. Mas jamais falar no momento preciso.
É ter a coragem de ir adiante,tanto para a vida quanto para a morte. É viver as fraquezas que depois corrigirá no filho, fazendo-se forte em nome dele e de tudo o que terá de viver para compreender e enfrentar.
Ser pai é aprender a ser contestado mesmo quando no auge da lucidez . É esperar. É saber que experiência só adianta para quem a tem, e só se tem vivendo. Portanto, é agüentar a dor de ver os filhos passarem pelos sofrimentos necessários, buscando protegê-los sem que percebam, para que consigam descobrir os próprios caminhos.
Ser pai é saber e calar. Fazer e guardar. Dizer e não insistir. Falar e dizer. Dosar e controlar-se. Dirigir sem demonstrar. É ver dor, sofrimento, vício, queda e tocaia, jamais transferindo aos filhos o que, a alma, lhe corrói.
Ser pai é ser bom sem ser fraco. É jamais transferir aos filhos a quota de sua imperfeição, o seu lado fraco, desvalido e órfão. Ser pai é aprender a ser ultrapassado, mesmo lutando para se renovar. É compreender sem demonstrar, e esperar o tempo de colher, ainda que não seja em vida. Ser pai é aprender a sufocar a necessidade de afago e compreensão. Mas ir às lágrimas quando chegam.
Ser pai é saber ir-se apagando à medida em que mais nítido se faz na personalidade do filho, sempre como influência, jamais como imposição. É saber ser herói na infância, exemplo na juventude e amizade na idade adulta do filho. É saber brincar e zangar-se. É formar sem modelar, ajudar sem cobrar, ensinar sem o demonstrar, sofrer sem contagiar, amar sem receber.
Ser pai é saber receber raiva, incompreensão, antagonismo, atraso mental, inveja, projeção de sentimentos negativos, ódios passageiros, revolta, desilusão e a tudo responder com capacidade de prosseguir sem ofender; de insistir sem mediação, certeza, porto, balanço, arrimo, ponte, mão que abre a gaiola, amor que não prende, fundamento, enigma, pacificação. Ser pai é atingir o máximo de angústia no máximo de silêncio. O máximo de convivência no máximo de solidão.
É, enfim, colher a vitória exatamente quando percebe que o filho a quem ajudou a crescer já, dele, não necessita para viver.
É quem se anula na obra que realizou e sorri, sereno, por tudo haver feito para deixar de ser importante.
São essas coisas que aprendi com meu Pai - com "P" maiúsculo - a quem rendo todas as homenagens nesse dia, já que respeito, amor, carinho, admiração, etc. são sempre merecidos; todos os dias.
Quiçá meus filhos possam, com lucidez, enxergar em mim o que, com os anos aprendi a vislumbrar nesse, que hoje, é um verdadeiro amigo.
Aliás, é o que desejo a todos os pais: que enquanto filhos possam ter pais com "P" maiúsculo e que enquanto pais tenham o reconhecimento, respeito, admiração, amor, carinho e atenção dos seus filhos... hoje e sempre.
Feliz Dia dos Pais!
sábado, 9 de agosto de 2008
Como as pessoas conseguem fazer certas coisas
Certas vezes, nos informamos sobre situações inusitadas na vida de certas pessoas. Elas, sem nada para fazer, ou por muita criatividade inventam atividades estranhas que muitas vezes acabam em besteira.
Isso me lembra muito o cara do American Pie, que só faz besteira. Veja a foto acima... me expliquem aí: como um garoto consegue e por que enfiou a cabeça em um buraco na cadeira?
Tá aí.
Nova modalidade esportiva
Em época de Jogos Olímpicos o esporte está em alta.
Muitas são as modalidades disputadas na maior festa do esporte mundial, mas no paralelo, há louco pra tudo...
Em Frankfurt, Alemanha, aconteceu uma corrida de cadeiras de escritório. Como não tinham o que fazer e a vida dentro de um escritório é sedentária e cansativa, um bando de malucos resolveu pegar suas cadeiras, colocar umas roupas esquisitas e por fim descer uma ladeira correndo…
É o espírito de competição tomando conta de todos. Tudo pelo esporte...
É isso.
Os atletas e seus nomes muito loucos...
O verdadeiro espírito olímpico: será que a China vai mudar?
Exame da OAB deve ser feito por quem se formou antes de prova ser obrigatória
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Um ótimo final de semana a todos!!!!
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Supremo proíbe uso abusivo de algemas
Presidência sanciona projeto de inviolabilidade do escritório de advocacia
CCJ aprova projeto que veda algemas em prisão sem resistência do acusado
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Vende-se Fiat Stilo com ar-condicionado: apontamentos sobre a responsabilidade civil
Quando recebi o e-mail de um dileto amigo, repassando a foto acima, do automóvel com ar-condicionado, logo me vi pensando na questão da responsabilidade daquele que deve ter derrubado o pequeno aparelho sobre a propriedade do infeliz que apenas deixou seu carro no local e hora errados...terça-feira, 5 de agosto de 2008
Conta corrente conjunta: negativação de todos os co-titulares na ocorrência de devolução do cheque emitido por apenas um deles?
Estava navegando na net e observei no site do SERASA que o referido órgão de proteção ao crédito entende que, em se tratando de conta-corrente conjunta, e um dos correntistas emitir título que é devolvido pela instituição financeira sacada, todos os co-titulares do contrato podem ter seu nome negativado.
Finalmente, nas contas correntes compartilhadas por cônjuges não se pode confundir responsabilidade patrimonial com regime de bens. Nem sempre o cônjuge é responsável pela obrigação contraída pelo outro. E quando os bens comuns respondem pelo adimplemento de determinada prestação isso não significa que ambos são devedores (conceito de direito material). Surge aí a responsabilidade secundária do cônjuge que não contraiu diretamente a dívida. Ora, no direito substancial, dívida e responsabilidade podem estar separadas, quando, por exemplo, uma pessoa assume a primeira e outra a segunda, como nos casos de fiança ou de garantia real outorgada em favor de obrigação de terceiro. O fiador ou o garante não são devedores, mas respondem com seus bens pela dívida cuja garantia assumiram voluntariamente. No direito processual, vai-se mais longe e admite-se até a responsabilidade patrimonial de quem não é nem devedor nem responsável materialmente pelo cumprimento da obrigação. Há casos assim em que apenas o patrimônio ou determinados bens ficam sujeitos à execução, sem que o respectivo dono sequer seja parte no processo.Algumas observações sobre a impenhorabilidade do bem de família
domingo, 3 de agosto de 2008
Reflexos da Lei Seca
Luiv Ináfio, por favor, não escancare as portas de nossos escritórios
sábado, 2 de agosto de 2008
Um bom final de semana a todos!
STJ nega recurso para o fim da pena por porte ilegal de arma




